domingo, 16 de julho de 2017

Era apenas mais uma sexta-feira do calendário dos homens. Marcando 10:00 h - Ante Meridiem.





Era apenas mais uma sexta-feira no calendário dos homens. Marcando 10:00 h - Ante Meridiem. Já estávamos na segunda chávena de Vodka & Gelo. Tocava Chopin no Youtube  - Nocturne Opus 9. Junto com álcool era o alívio para a atmosfera pesada, cansativa de todas mesquinharias humanas. Os segundos travavam os minutos. Os minutos frenavam as horas. As horas arrastavam o dia num imenso ramerrão. Precisamos mais movimento. O do planeta é insuficiente. Estaremos bem na velocidade da luz ou da super lumínica. Os neutrinos atravessam nossos corpos sem serem percebidos. Os sentimentos criam raízes no neocórtex. O universo determina nossos passos. E o livre-arbítrio - uma formula para religião, política & economia - manter as elites chicoteando os escravos do deus mercado.  O joguinho de Tom & Jerry - o gato perseguindo o rato - desde os primórdios da humanidade - ainda não foi percebido por quem paga a conta. 



Temos ciência que o substrato que constitui ou constituiu o universo e o homem - estão em constante ebulição. Átomos combinando com átomos, cambiando elétrons, formando moléculas, diversas atualizações no campo existencial-matéria. Forças hercúleas - que movimentam subpartículas dentro das mesmas & gerando - cada vez mais - partículas de deus -  Bóson de Higgs. Somos enganados todos os dias com a opção do livre-arbítrio, mas os tuneis do CERN nos mostram uma incerteza dentro da previsão, ou seja, somos pre-determinados... Somos apenas espectadores.. 




segunda-feira, 10 de julho de 2017

Heranças metafisicas de um passado recente. Talvez, manifestações dos primórdios do neocórtex.





Ultimamente - Intenso - Os pensamentos procuram desvendar a morte... Heranças metafisicas de um passado recente. Talvez, manifestações dos primórdios do neocórtex. Com efeito, temos o substrato filosófico - Dando suporte - Atualizações dos campos existenciais do espaço-tempo se extinguindo no ente - Pedra, Peixe Primata, Pinheiros... Cientificamente, existimos a partir do acaso do universo. Câmbios de elétrons, subpartículas regidas pelas quatros forças que predeterminam o cérebro & tudo mais. Somos a passagem entre a ignorância & uma suposta inteligência fátua. Nada faz sentido - Quando a morte ronda nosso corpo.  O rio de Heráclito e o fluxo que nos condena a mudança... A humanidade é uma ridícula nanopartícula cotejada com o universo infinito. Einstein e sua imaginação superior - Apesar de voar em direção contrária a um corisco (Emissão intensa de radiação electromagnética resultante de uma descarga electrostática na atmosfera (o raio) produzida por uma grande diferença de potencial elétrico entre porções de matéria (nuvem-nuvem ou solo-nuvem) - Afirmava que o universo era estático. Por qual viés  traçamos nossos caminhos numa vivência irreversível. Somente o Amor Fati ( Nietzsche - amor ao destino) nos salvará da depressão profunda. Somos dominados pelo inescrupuloso cosmo-vontade... - Brincando de oferta & demanda. Neste momentum o universo se move capitalisticamente. A humanidade é um nano lapso do espaço-tempo do universo em expansão.  




sábado, 8 de julho de 2017

O doce infinito me propõe a morte. Num espaço extenso sem a preocupação da existência.




O doce infinito me propõe a morte. Num espaço extenso sem a preocupação da existência. Deixe a ciência de lado, pois ela é um pequeno filhote da filosofia.  A noite não é mais para o sonho. Os dedos batem as teclas sem destino & foco. Os dados de deus proibido por Albert Einstein rolam impunemente nos céus iluminados por estrelas capitalistas de Las Vegas. Agora - eles estão viciados. Cantem os fantasmas dentro da ressaca ingente.  As dinamites explodem em serie pelos bancos da cidade. Os porres se sucedem como uma sinfonia de Stravinski. Anarquistas queimam seus corações em fúria anti-capitalistas. Os pés batem nas lajes geladas das sulinas vivencias sedentas por mundos melhores.  Você está fora/Out. Procure algo além de seus porres, de suas loucuras, de suas letras, de seus vômitos na madrugada. Os banheiros dos bares cheiram a naftalinas, mas as baratas sobem pelo seu corpo. Os sinos não badalam pelos bêbados noturnos. Os joelhos genefluxam sob a cruel natureza humana.  A lua se escondeu para não ver a tragedia. As estrelas oram pelo universo que chora o destino:
Ouvir os flautins quebrando o silêncio,
o badalar do carrilhão, sinos de prata
anunciando mais um funeral;
as velas alvas das embarcações ancoradas,
e, o soar ao longe do vento na crista das ondas. Autor - smerdilov

Não mais ouvir... Apenas os murmúrios do mar. Dos homens esqueci, lembrando literatos que se salvavam com  as palavras silenciosas coloridas no neocórtex. No passado fui corsário, navegador oficial, escriba no Egypt  & poeta. Embalsamei cadáveres.  Procuro um tao entre as moléculas humanas, mas percebi que estou perdido. As escumas são o esperma universal do oceano. A procura do sentido universal. A vida é edulcorante. Um prisma - que não dominado externamente - Um arco-iris.