domingo, 16 de julho de 2017

Era apenas mais uma sexta-feira do calendário dos homens. Marcando 10:00 h - Ante Meridiem.





Era apenas mais uma sexta-feira no calendário dos homens. Marcando 10:00 h - Ante Meridiem. Já estávamos na segunda chávena de Vodka & Gelo. Tocava Chopin no Youtube  - Nocturne Opus 9. Junto com álcool era o alívio para a atmosfera pesada, cansativa de todas mesquinharias humanas. Os segundos travavam os minutos. Os minutos frenavam as horas. As horas arrastavam o dia num imenso ramerrão. Precisamos mais movimento. O do planeta é insuficiente. Estaremos bem na velocidade da luz ou da super lumínica. Os neutrinos atravessam nossos corpos sem serem percebidos. Os sentimentos criam raízes no neocórtex. O universo determina nossos passos. E o livre-arbítrio - uma formula para religião, política & economia - manter as elites chicoteando os escravos do deus mercado.  O joguinho de Tom & Jerry - o gato perseguindo o rato - desde os primórdios da humanidade - ainda não foi percebido por quem paga a conta. 



Temos ciência que o substrato que constitui ou constituiu o universo e o homem - estão em constante ebulição. Átomos combinando com átomos, cambiando elétrons, formando moléculas, diversas atualizações no campo existencial-matéria. Forças hercúleas - que movimentam subpartículas dentro das mesmas & gerando - cada vez mais - partículas de deus -  Bóson de Higgs. Somos enganados todos os dias com a opção do livre-arbítrio, mas os tuneis do CERN nos mostram uma incerteza dentro da previsão, ou seja, somos pre-determinados... Somos apenas espectadores.. 




segunda-feira, 10 de julho de 2017

Heranças metafisicas de um passado recente. Talvez, manifestações dos primórdios do neocórtex.





Ultimamente - Intenso - Os pensamentos procuram desvendar a morte... Heranças metafisicas de um passado recente. Talvez, manifestações dos primórdios do neocórtex. Com efeito, temos o substrato filosófico - Dando suporte - Atualizações dos campos existenciais do espaço-tempo se extinguindo no ente - Pedra, Peixe Primata, Pinheiros... Cientificamente, existimos a partir do acaso do universo. Câmbios de elétrons, subpartículas regidas pelas quatros forças que predeterminam o cérebro & tudo mais. Somos a passagem entre a ignorância & uma suposta inteligência fátua. Nada faz sentido - Quando a morte ronda nosso corpo.  O rio de Heráclito e o fluxo que nos condena a mudança... A humanidade é uma ridícula nanopartícula cotejada com o universo infinito. Einstein e sua imaginação superior - Apesar de voar em direção contrária a um corisco (Emissão intensa de radiação electromagnética resultante de uma descarga electrostática na atmosfera (o raio) produzida por uma grande diferença de potencial elétrico entre porções de matéria (nuvem-nuvem ou solo-nuvem) - Afirmava que o universo era estático. Por qual viés  traçamos nossos caminhos numa vivência irreversível. Somente o Amor Fati ( Nietzsche - amor ao destino) nos salvará da depressão profunda. Somos dominados pelo inescrupuloso cosmo-vontade... - Brincando de oferta & demanda. Neste momentum o universo se move capitalisticamente. A humanidade é um nano lapso do espaço-tempo do universo em expansão.  




sábado, 8 de julho de 2017

O doce infinito me propõe a morte. Num espaço extenso sem a preocupação da existência.




O doce infinito me propõe a morte. Num espaço extenso sem a preocupação da existência. Deixe a ciência de lado, pois ela é um pequeno filhote da filosofia.  A noite não é mais para o sonho. Os dedos batem as teclas sem destino & foco. Os dados de deus proibido por Albert Einstein rolam impunemente nos céus iluminados por estrelas capitalistas de Las Vegas. Agora - eles estão viciados. Cantem os fantasmas dentro da ressaca ingente.  As dinamites explodem em serie pelos bancos da cidade. Os porres se sucedem como uma sinfonia de Stravinski. Anarquistas queimam seus corações em fúria anti-capitalistas. Os pés batem nas lajes geladas das sulinas vivencias sedentas por mundos melhores.  Você está fora/Out. Procure algo além de seus porres, de suas loucuras, de suas letras, de seus vômitos na madrugada. Os banheiros dos bares cheiram a naftalinas, mas as baratas sobem pelo seu corpo. Os sinos não badalam pelos bêbados noturnos. Os joelhos genefluxam sob a cruel natureza humana.  A lua se escondeu para não ver a tragedia. As estrelas oram pelo universo que chora o destino:
Ouvir os flautins quebrando o silêncio,
o badalar do carrilhão, sinos de prata
anunciando mais um funeral;
as velas alvas das embarcações ancoradas,
e, o soar ao longe do vento na crista das ondas. Autor - smerdilov

Não mais ouvir... Apenas os murmúrios do mar. Dos homens esqueci, lembrando literatos que se salvavam com  as palavras silenciosas coloridas no neocórtex. No passado fui corsário, navegador oficial, escriba no Egypt  & poeta. Embalsamei cadáveres.  Procuro um tao entre as moléculas humanas, mas percebi que estou perdido. As escumas são o esperma universal do oceano. A procura do sentido universal. A vida é edulcorante. Um prisma - que não dominado externamente - Um arco-iris. 







terça-feira, 13 de junho de 2017

O Apóstata - απόστασις - Renuncia da Existência, da Ideologia, do Universo = 0/0



The Sound of Two Black Holes Colliding




Rasputinio, o cavaleiro da triste figura, que disfarça seu perfil, por meio do photoshop, trafega nas digitais informações. O neocórtex assume toda a responsabilidade da evolução. Os aracnídeos resolvem todas as necessidades existenciais e de preservação da espécie  por meio de teia. Today, somos adeptos das aranhas. Estamos em rede, em fios & nós. Rasputinio procura uma brecha no espaço-tempo. Buracos de Minhocas, dobras espaciais ou simplesmente viajar nas sinapses em expansão da velocidade e do delírio da "mente". Estamos sós. A viagem cientifica trará mais dúvidas. Parece que só álcool nos faz viajar pelo túnel do CERN em segurança de sentido sem sentido. Rasputinio já sente seu corpo negar sua loucura. Não temos mais jardins que compensem as doidivanas noites. Estudamos e lemos muito, mas nada concluímos. A digitalidade nos consome a última parte humana de nosso corpo. Deixaremos de ser humanidade. Estamos perto de ser homens funcionais. O substantivo vai sufocando o adjetivo. A literatura talvez nos salve. Enquanto os Black Holes se beijam num universo infantil e pragmático. Deixamos o tudo. Viajamos para o nada = 0/0. A indeterminação é o nada. Respiramos átomos delatores de nossa inconsciência & inconsistência. Apóstatas do nada, da vivência... Andamos de mão dadas com o niilismo preenchido da matéria escura, que torna as leis  físicas, today - em picadinhos de um bar quântico flutuando no kaos alcoólico de uma bad trip  de substâncias inalcançáveis para humanos...




sexta-feira, 2 de junho de 2017

Os dias se alongam, as noites foram abreviadas...








Os dias se alongaram. As noites foram abreviadas. O álcool ajudava a preencher os espaços vazios e a insonia a encurtar os sonhos. A temperatura psicológica variava intensamente nas 24 horas, tanto - deep - nas agruras da depressão, bem como - Sweeteners - das utopias ideológicas & dos paraísos artificiais. Existência alcoólica, não bêbada, pois a alcoólica o homem domina o etílico e bêbada é quando o homem sucumbe ao álcool. Precisamos ser pseudos fortes para que as ingenuas forças nos considerem livre-arbítrio. O domínio é do universo. O homem é um joguete de dados viciados e pré-determinados de cassinos mafiosos-quânticos. A teoria das cordas é o Prêt-à-Porter da ciência provisória. Quanto a nós -ficamos nos encharcando nas chuvas ácidas, intelectuais & rebeldes. Não temos temos os garçons de má fé de Sartre. A gorjeta e a propina são faces da moeda do mercado. Sabemos como o mundo se move em direção ao nada. Não incomodem - dormindo sentado na privada com o livro de Fritjof Capra. Os átomos se compartilham de forma mais intensa lá fora. Os arranjos e combinações de opiniões e ciências nos livram do monopólio da ditadura intelectual. A inovação contrapõe a autoridade tradicional da intelectualidade. São complementos para a dialéctica... Très bien... Como li no passado - em um diálogo deslocado do espaço-tempo - de Vladimir Ilyich Ulyanov & sua testa Lombrosiana, que significava inteligencia. As humanidades sempre tem seus teores opressivos & negativos. Intertextuais rebeliões na falta de sentido. Atravessando hermenêuticas & estações...









quarta-feira, 24 de maio de 2017

Arqueólogo do Futuro Escavando o Neo-Córtex da Humanidade.... A palavra constrói & destrói...





Dentro de um médio prazo tudo terá se extinguido... Uma nova combinação entre sub-partículas  e forças que regem a física nos suprirão a consciência. Voltaremos a eterna brincadeira do que não dominamos. O vazio combina com o vácuo. A energia viaja em ondas. Ora matéria. Ora frequência. As teorias se desmancharão no infinito plural & singular. A palavra constrói & destrói. A única eternidade é o presente. O Choque de subpartículas nos tuneis do CERN.  Os átomos são os deuses em suas combinações.  Se os animais pudessem representar deuses: - Seriam a sua imagem e semelhança...




Qual a complexidade do cérebro suicida? O que os kamikazes colocavam como recompensa em sua missão auto-mortal? O que o homem bomba prestes a explodir pensa? O que um suicida comum tem no seu córtex? - Nada mais de que o paraíso está logo ali, ou seja, feromônios - que que estimulam o prazer... Mas, se for um ateu? - Apenas descobriu o sentido da vida, ou seja, a morte, a nulidade do zero, mas sua importância para concretizar o nada... Não temos mais privacidade, estamos num mundo virtual... Ao aderirmos estamos condenados... A existência complexa nos reduz a importância do niilismo. Estou saindo para uma aventura sem volta.... O figado já sente o projeto. O tempo-espaço flui na matéria-onda. Somos enganados pelos os elétrons bombardeando os objetos. O Álcool em super excesso me afasta dos humanos. Acho positivo não pertencer a "raça" terráquea. A destruidora do seu próprio lar. Dentro da salvação humana. Uma consciência pode ter o infinito poder. A cruz, o pecado original e a todas fragilidades humanas: - Um só bípede implume sacrificado, pode ser o expiatório  para o alívio geral...



 


quarta-feira, 17 de maio de 2017

0¹ - אֶהְיֶה אֲשֶׁר אֶהְיֶה - A noite foi ruim. Madrugada à la Bukowski. & A eternidade de Rimbaud...









A noite foi ruim. Madrugada à la Bukowski. Álcool, Náuseas e vômitos. Seria a hora de minha libertação da luz ofuscante. A doce paz da escuridão teria chegado? - Não... Meus átomos ainda percorrerão um longo caminho até o big crunch chegar. Como Empédocles fui: "rapaz, depois rapariga, árvore e ave, peixe mudo do mar". & no futuro serei alface, flor, semente no universo pré-determinado. Nada se salvará. Tudo será extremamente denso dentro do nada - Isto é - Superior a  de Rimbaud: "A eternidade é o sol e o mar".  O sol, o mar, o homem, o caracol & os neutrinos desaparecerão dentro desta singularidade extrema. 




O mundo que habito não existe relatos de religião, fé, dogmas, axiomas e princípios. Estou a procura do que não existe, ou seja, postulados, pontos de partida - Mas sou presente -  Estou sempre chegando na partida, ou seja, Sou o que sou. A  questão existencialista é porque existe o ser e não existe o nada?  (Martin Heidegger). Ainda bem - que não sou pomba para regurgitar minhas opiniões. Atualmente - Estou perto do polo sul, que me liberta  do medíocre. A real liberdade vem com a suspensão de premissas. O frio polar causa o homem função. O calor o deixa lânguido. Os adjetivos são ilusões humanas. O substantivo o suporte do nada.... Nada salvará o tempo-espaço e matéria...



quinta-feira, 4 de maio de 2017

A menina das horas infindáveis, das perguntas infinitas - proferidas da sarjeta: - Que horas são?






A menina das horas infindáveis, das perguntas infinitas - proferidas da sarjeta:


- Que horas são senhor?



Sua voz meliflua carregava uma estridente "verdade". Paradoxos. Quem ouvia. Sentia uma pressão enorme na "consciência". O doce e o amargo. A Estética agridoce:



- Que venha a morte. Que o espaço se curve ao infinito. Que minhas palavras se perpetuem como ondas e matérias. Que black holes me engulam. Que chegue o Big Crunch. Gostaria de falar de amor - Se ele existisse...


Mistura de física e sagacidade de alma. O sol tépido, o ar de enxofre e carbono - Eram deletado pelas árvores. Estava por uma bola sete. O preconceito era maior que a simplicidade expressa em sua pergunta:

- Que horas são Senhor, Senhora? 

E a sarjeta gordurosa e cloacal suportavam seus pensamentos baseados na imaginação de um mundo diferente, não melhor, somente diferente... Não lipídicos, apenas doentes-saudáveis... Com pensamentos não comprometidos com a realidade pré-determinada. O universo digital não suporta a ilusão analógica. Prefere o virtual manipulável ao mundo irreal  da "realidade"... 

- Que horas são?

E da sarjeta refinava toda sua ironia. & homens e mulheres passavam mudos. Inoperantes humanos... E a vida se preservava num limite em que os bípedes implumes pueris  - Desconheciam. Não temos estilos do Status Quo... A "verdade" nos chama de esgoto não tratado.... Enquanto bebemos o sangue do universo... 

- Sinhô, Sinhá... Que horas São?

E, assim, a garota das horas infindáveis passava o dia & a noite, rolhas, tampas metálicas e plásticas espocavam outra realidade.

- O mal é o que sai da boca. O que entra é a salvação. Temos limites... Alguém compreende? 

E a dança de dionísio continuava pelos séculos desde do oriente. A menina das horas infindáveis descendia dos ditirambos selvagens e grunhidos. O Mundo visto da sarjeta era caótico, perigoso e inesperado.

- Que horas são Senhor?

- Não pretendo ver minhas moléculas se desintegrarem sem uma utopia. As sarjetas que separam os homens. Que classificam as classes sociais. São minha casa, minha utopia, minha demência saudável.

- Que  horas são Senhora?

E os infinitos se sucediam. A garota das perguntas infindáveis era eterna na marginalidade  das Américas perdidas da Beat Generation, do sol  Hemigway  - The Sun Also Rises.  Os sinos não dobram mais pelos inocentes. A garota beijou a sarjeta sem saber que horas eram...




sábado, 22 de abril de 2017

Precisamos de milhares de Nikola Tesla, Voltaire & Henry David Thoreau...

“If you have built castles in the air, your work need not be lost; that is where they should be. Now put the foundations under them.” - Henry David Thoreau




A duplicidade da realidade se transforma em infinitas possibilidades... Pós-Moderno vivendo seu auge na física quântica. Hermenêuticas Anti-Hermes-Trismegisto... O oculto só é segredo se e somente se - O absurdo pensar ficar restrito ao epifenômeno da singularidade... Não preciso de algoritmos para viver uma depressão; apenas escrevo & vejo o passado num vídeo com  Angie Dickinson... Estamos perdidos num eclipse EnlightenmentAssim Seja... Vamos montar textos à la George Perec - Com jogos de palavras, mas hodiernamente, incluímos vídeos... Como esse:



As árvores eram mais verdes. O dióxido de carbono ejaculado pelos canos metálicos do "progresso" humano era restrito a vapores. A atmosfera, now, em todos amplos sentidos: ar, filosofia, ideologia, arte & tudo que abrange o antropomorfismo está poluído & pútrido... Bem, a morte nos espera numa disputa entre sub-partículas e forças que apenas supomos... Quebrando a gramática, quebrando o cartesianismo-fascista, que condena a diferença e constrói estruturas  monolíticas estofadas de políticas discriminantes. Precisamos de milhares de Nikola Tesla, Voltaire & Henry David Thoreau   para sobreviver nesta imensidão finita chamada planeta Terra, que abriga o neocórtex pensando ao infinito e agindo como destruidor do finito... Como já disse algum poeta a idade nos tira o corpo humano e nos faz gostar de animais e plantas...






sexta-feira, 21 de abril de 2017

Vamos vomitar todo o escárnio ocidental nas águas do pacífico...






Toda forma de amor vale a pena?
- Saberemos quando o bípede implume de Platão definir o que é o amor?
Vamos vomitar todo o escárnio ocidental nas águas do pacífico - Para que o oriente se purifique de sua luxuria pragmática... Bom tempos aqueles em que os chineses fumavam ópio em casa... Os Sagrados animais - Vacas, Ofídios, Macacos, Felinos & Etc... Estaremos bem quando nos alimentarmos adequadamente. Não temos o tao de alguma realidade - Precisamos da adequação para existir... As águas do índico  nos dão uma sensação de preocupação azul turquesa - Aonde estão submergidos Taj Mahal, Recifes de Corais com Miríades de Pólipos  & Tsunamis... A existência é a repetição... O mito de tântalo é a essência da vontade. Os grilhões do deus mercado. China Go Home... Não alimente o consumismo degradante...



Assisti um filme em que o protagonista era um cara chamado Pi (3,14)... Estamos na racionalidade procurando uma solução para o irracional PI... Nada mais que isso... A virtualidade se desmanchou. Quando abri a porta de ferro pesado e os raios solares de outono tornaram minhas pernas brancas - Tépidas... Entendi que os elétrons são a estabilização & a destabilização do universo - As verdades são interpretativas & como Nietzsche escreveu: - "Não Existem Fatos; apenas Interpretações"... O amor é mais um filho da mãe de todo humano, ou seja, a irracionalidade. Os conceitos humanos aos olhos do universo infinito são conjuntos vazios, que flutuam no antropomorfismo gelatinoso do planeta Terra...







sábado, 15 de abril de 2017

"De omnibus dubitandum est" - Inclusive da Dúvida... Como morreremos?






Como morreremos? Em alguma catástrofe vinda do espaço - como um imenso asteroide se chocando contra o planeta?

Como animais irracionais, tendo seus corpos arrastados por dilúvios atômicos.  Perdi o tempo do pensamento & nada mais é importante.... Os teóricos do empirismo & adjacentes, dirão: - Que a duvida se tornou realidade... 

Caminhamos em direção a morte inexorável sob a égide da filosofia do pó e da terra & de forças que não dominamos... No outono as folhas caem amarelas, na primavera as flores abrem suas casas para os insetos - que proliferam sua genética  e desmaiam com aproximação do verão - que colherá todos os frutos. No inverno é tempo de recordar... Com fim das estações, não teremos tempo-espaço, apenas o nada. As lareiras advindas da mitologia greco-romana se acenderam com madeiras nobres e aromáticas, mas falsas - preferimos a República de Platão . Estamos perdidos nos acasos pré-determinados das forças do universo. O nada será o tudo no joguete dos dados que  Albert Einstein não reconheceu nas Las Vegas quânticas...  Estamos todos perdidos no acaso pré-determinado... Os humanos na sua arrogância acreditam que dominam o fluxo de Heráclito... Porém, Parmênides  contestou: - Nada se move... Tudo é nada. Nada é tudo... 

ABCA→BB→CA→C

V V V V V V
V V F V F F
V F V F V V
V F F F V F
F V V V V V
F V F V F V
F F V V V V
F F F V V V

O Pensamento morreu ou se materializou na revolução industrial. Lágrimas de São Bartolomeu escorreram pelos canais do livre-mercado... O sangue manchado de Óleo & Vapor - Escravizaram  e sugaram as energias de crianças, mulheres & homens bêbados no otimismo de John Stuart Mill:

- 1806-1873 “As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade.” - John Stuart Mill...



Depois falam que a esquerda é utópica... Na verdade, a direita que se sentava, inversamente, a esquerda na pré revolução francesa, não aceitava a mobilidade social, apenas queria se empanturrar de brioches açucarados-de-crocância-elitistas, sem perder a cabeça - como aconteceu  com Maria Antonieta... Sem falar que felicidade é uma invenção da burguesia para alienar e expandir o consumo do deus-mercado... "Porém", temos a morte do coletivo pelo individualismo. O neoliberalismo é uma ideologia da morte... A Fulva besta que Nietzsche falava, morreu em Berlin e renasceu na America dos Republicanos... Fênix (pleonasmo) ressuscitou a ideia da destruição total... 











sábado, 1 de abril de 2017

A medusa balançava a cabeça espalhando sabedoria e terror... Incidental - Marcuse & os hipopótamos







Jardins, plantas, verdes substantivos, serpentes - Projetis, capsulas de alumínio, metais, clorofila, seivas... Tempos modernos, quânticos - Aonde todas as possibilidades são possíveis no neocórtex do observador -  Que não desconfia que a pre-determinação do universo é o fluxo da realidade - Ele sorri, ironicamente - das teorias fantasmas do antropomorfismo. Uma víbora camuflada no jardim - Se escondia dos felinos. A medusa balançava a cabeça espalhando sabedoria e terror. Uma doce escuridão que não carecia de luz. O veneno foi derramado no jardim do éden virtual. Nas pernas escorriam o sangue da pseudo liberdade. Descartes crucificava a natureza na sua geometria plana - com suas abcissas e ordenadas, antes de  Albert Einstein nos revelar que é curvo. 





O corpo vai se amortecendo com aquilo que Nietzsche chamava de consolação ocidental, ou seja, o álcool. Com a licença poética, estamos numa sala de ópio, misturando narcóticos entre o poente e o nascente. Os dedos poéticos de Homero - Traçam róseas tintas para desenhar o amanhecer do futuro do universo.  A estação outonal nos liberta dos plúmbeos pensamento. Porém, tudo são meras efemeridades - Que brilham como se fossem estrelas de primeira grandeza. Os olhos que mentem - Dizem a verdade - O ser humano é um conceito de dissabor, que prova a realidade & edulcora os pesadelos, que tem consciência do arcabouço do inconsciente - & - ... Habita todos os segredos sexuais e nossos tabus... Enfim, quando estaremos livres?....









quinta-feira, 23 de março de 2017

Quantas Ilusões, quantas filosofias & ciências edulcorantes... Sursis Sartre..







Vamos perquirir os caminhos que nosso antigo companheiro de viagem percorreu. Qual objetivo?

- Precisamos encontrar uma saída para o dilema humano...


Certamente, não está no talmudismo, nas ideologias que viajam nas nuvens, nos regimes que esparramam sangue na terra... Nos últimos anos de existência de Jean Paul Sartre, praticamente, foi abduzido por Pierre-Victor, um hebreu nascido no Egito. A França Fervilhava. Vivíamos Maio de 1968. Daniel Cohn-Bendit  jogava todo seu sarcasmo na face dos velhos costumes. Os  paralelepípedos serviam de arma e alma para os rebeldes. O Ancião General De Gaulle foi até até a ilha dos cérebros de amido. Confabulou com o status quo europeu. A falta de solidez do movimento comportamental e político da "esquerda francesa" dilui o protagonismo revolucionário em moeda capitalista. Sabemos o que surgiu depois, invertendo a façanha revolucionária: - Os horríveis  Nouveaux Philosophes. Perseguição aos muçulmanos, a cultura deve se auto-sustentar, enquanto as transnacionais usufruem do subsídio do estado... O socialismo chegou com Hollande, ou seja, o esquerdismo disfarçado de neoliberal. Sartre nunca aderiu o marxismo, apesar de apoiar a União Soviética. Apenas queria se distanciar do capitalismo e da podre burguesia. Qual o erro do existencialista? 

- Jogar o homem na  autodeterminação...

- Como assim?

- Ao condenar o homem a liberdade, Sartre mordeu a maçã da serpente. Nos jogou no pecado original. 

O homem está pré-determinado pela tabela periódica, ainda incompleta, pelas quatros forças fundamentais do universo e a matéria e a força escura que mal conhecemos. O conhecimento se dobra, se curva, ultrapassa o cabo da boa esperança, mas esbarra na circularidade racional. As caravelas atingiram as antípodas, novos mundos. As naves espaciais e os supertelescópios efetivaram um poli universo aos olhos humanos. O planeta digitalizado controla as liberdades individuais do homem alienado no objeto e na virtualidade. Apesar de este hercúleo esforço "iluminista" somos um conjunto de aminoácidos pulsando, submergido no fluxo constante do rio de Heráclito - que sempre caminhou sob a gravidade. Jean-Paul Sartre construiu uma metafísica embarcada numa dócil nave, navegada pela necessidade de uma utopia para aliviar a imensa dor de uma humanidade - somente, existente nos universais - que se restringem a tragédia humana, que Nietzsche afirmava:

- O homem precisa aceitar o destino... O eterno retorno...   O que não mata fortalece... 


A Tabula Rasa do neo córtex é uma realidade. O dispositivo neuronal, iniciado nas estrelas de carbono, permitem que as forças fundamentais naveguem no cérebro. Causando uma pseudo -impressão - de determinação, livre arbítrio. Na realidade, somos cinéfilos sentados e "observando" a versão particularizada da frase de - José Ortega y Gasset: "Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim." Ninguém está a salvo. Não Existem sistemas eternos. Todo sistema está programado à autodestruição. O Homem brinca de onipotente no seu alter-ego deus. Quantas Ilusões, quantas filosofias & ciências edulcorantes... Sursis a Sartre..




A eternidade - A velha e brônzea eternidade.  Cuspindo o fogo etéreo na Jamahiriya humana.... 


terça-feira, 14 de março de 2017

Mudança de Estação - Dilapidando a alma nos escaninhos alcoólicos... 4 Estações de Vivaldi







Dilapidando a alma nos escaninhos alcoólicos - Secreta nas sombras do quarto decaído nas semi trevas iluminadas - Dialéctica. Na soturnidade infinita de quem sabe o sabor da existência - não há mais variações e expectativas na linha do tempo biológico. A sintaxe do rio de Heráclito não está acessível  aos aparatos tecnológicos e ao neocórtex humano. Diante da verdadeira estética a arrogância se dilui na sua incompreensão patológica. A violência é uma troca de forças desproporcionais - que mais tarde cobrará a desmedida. As energias transformadas  em forças pela evolução da ciência é a volta a magia primitiva - o espirito-corpo na unidade.  O homem está condenado pelo pré-determinismo - uma escravidão do livre-arbítrio, a pseudo sensação de liberdade. Somos um fóton a deriva no infinito. O infinito sabe que ele é infinito por não ter a pré-determinação finita, pois ela é indefinida fora dos limites palpáveis... As percepções sabem que são as únicas capazes de desvendar a verdade, porém, a verdade é inacessível - Com efeito, o senso comum e a hermenêutica são o que temos de melhor... 



A luz outonal e sua incidência perfeita nos objetos, purifica os cérebros e o fluxo dos pensamentos. As cores que os empiristas dizem não pertencer a essência, dão ânimo ao ser dos curvos planos do paraíso terreal. O álcool temperado por red berries desce seu caminho natural. Consigo ver no horizonte ficcional - Gauguin e Van Gogh acenando a minha veneta de mutação dos tempos vindouros. A estética é ilusória... O sabor é transitório e efemeridades  povoam o córtex humano. As batatas fritas na sua crocância - roubam o pensar e contaminam o figado. McDonald's, Habib's, Pizza Hut, SubWay & assemelhados mantém o gado apascentado nos Fast-food, criando uma barreira de lipídios, bloqueando as sinapses elétricas e químicas...





"Quando a tua mão direita estiver hábil, pinta com a esquerda; quando a esquerda ficar hábil, pinta com os pés."... Paul-Gauguin




terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Crônicas desidratadas, textos desérticos, surfando em contextos subjetivos...





Crônicas desidratadas, textos desérticos, surfando em contextos subjetivos - que a realidade nega. Derivativos existenciais nos colocam em perspectiva contrária. O fluxo da realidade é registrado no córtex pós-réptil... Tristeza - Pelas eternidades - que não sejam gelos, vodcas & limões. Vamos viandantes - por subculturas vivenciais ou pelo oposto de virtualidades ascéticas, ou seja, pela perpétua paz de Kant - nos revoltamos & idolatramos.  Eclipse da Lua, asteroides, tempestades de neves, mudanças climáticas & etc... A natureza nos dá a recíproca  dos atos linkados com nossa cultura de destruição. Noites de alcoolemia, dias de literatura marginal - O imutável senso comum - que obstaculiza  a possibilidade de evoluirmos a passos de gigantes. Os ingleses tem o volante no seu lado destro. O redemoinho das águas dos ralos do hemisfério Sul giram no sentido contrário a do norte, mas a complexidade das observações podem refutar e inverter Força de Coriolis - Porém ela mesma se anula num antropomorfismo circular.... Pseudo Forças...



O senso comum é a opressão à individualidade do pensar - sentir. Porém, ao mesmo tempo, uma sobrevivência da singularidade no plural... O ser humano é a incompatibilidade do autoconhecimento. A magia primária que encantava a pré-historia - sobreviveu como substrato da ciência, do antropomorfismo. A teia de aranha é a eternidade-temporária dos aracnídeos. A represa de madeiras a do castor. O homem acredita que a razão dominará o universo, explicará a natureza, mas o que veremos - a destruição artificial  ou corriqueira de um universo que brinca de começo & fim... Big-Bang... A razão é a memoria - o pretérito - ou seja, o pré-determinado... Nada mais a declarar, neste momento....



 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Paradoxo de Aquiles | Descartes Morre de Pneumonia nos Braços da Estoica Rainha da Suécia | Ditirambos Nietzsche



Paradoxo de Aquiles
Descartes Morre de Pneumonia nos Braços da Estoica Rainha da Suécia





Estamos num mundo de hiper-conexões - numa enxurrada de versões, hermenêuticas  e pós-modernismo. A aceleração diferencia os iguais. No tempo-espaço nossas existências são relativas à velocidade. Maior aceleração mais espaço-tempo usufruímos. Porém - Só conseguimos distinguir no mundo congelado da lógica - o que as percepções não registram. Os sentidos concretos perderam a guerra no pensamento do pensamento... Descartes construiu, artificialmente, o piloto fantasma da máquina. Pagou o preço de suas abstrações, morreu "candidamente" de pneumonia nos braços da rainha estoica:   Kristina da Suécia. Do quarto de calefação dos países baixos - aonde escriturou O Método - às geleiras terríveis da loucura - que acometeram os membros dos reinos nórdicos: Suécia, Dinamarca - como por exemplo -  Hamlet, que em temperaturas negativas sofreu a influência exercida pelas complexas questões éticas, filosóficas e religiosas - de um mundo em ebulição - entre a idade média plúmbea & a falsa sensação de um iluminismo azul, da conquista da razão sobre a natureza... Entre a cruz e a espada... 



Não existe livre arbítrio como os filósofos edulcorados existencialistas afirmavam... Isto é má-fé. Representa a possibilidade de aproveitar a vida burguesa & criticar a burguesia que usufruem... A Utopia é uma questão inumana... Meus pés estão atolados nos pântanos da filosofia ocidental. Vamos precisar pensamentos anti-gravitacionais para fundarmos uma outra filosofia, uma outra "verdade". Quanto mais violarmos a Τέχνη Γραμματικῆ, os códigos civis, as leis cientificas e todo o código gerado pelo antropomorfismo, mais perto estaremos do ser... A borboleta na Hungria é inocente ao polinizar o lúpulo (Lúpulo é uma liana europeia da espécie Humulus lupulus, da família Cannabaceae). O mundo dos homens não é conexo, apenas cotejamos os dispares para realizarmos sonhos e utopias. O piloto artificial de Descartes é mais uma artificialidade para compensar a mutação atômica que move o universo e sua imutabilidade no fluxo de Heráclito, onde a tartaruga de Aquiles se move, mas permanece inerte, porém vence Aquiles & deixa Zenão e Parmernides em estado de alerta...  








quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

As origens sem sentido sempre submergindo no leito improprio da inconsciência.



As origens sem sentido sempre submergindo no leito impróprio da inconsciência. O cérebro perdeu o controle do fluxo da realidade. Exércitos de fobias oprimem o ser. Somos obrigados a nos apascentar  com ilusões terreais, ou - seremos massificados pela intolerância. O homem ainda não entendeu que a existência é um fluxo não racional, e - totalmente, pré-determinado pela matéria e forças que habitam o universo. Não existem deuses, messias, meshiha, cristos, paraísos & seres especiais. A morte e o nada é nossa única "certeza". As filosofias, ciências & Religiões contaminam o ser (Coisa em Si)... Rezem, orem, façam seus rituais, criem suas teorias, batam os martelos da justiça, verbalizem os sentimentos mais profundos, mas não mudarão a corrente que jorra em formas inefáveis e materiais - veladas no passado, presente & no porvir do universo...




O copo ainda brinca. Destila sua chicana em direção aos pensamentos. Apenas um ascender que oculta, ou disfarça, a dependência humana do que Baudelaire chamava de paraísos artificiais... Quando Cartola cantou: 


"Queixo-me às rosas


Mas que bobagem

As rosas não falam


Simplesmente as rosas exalam..."


Quiçá - Entendeu que a linguagem entre os homens e as rosas não era a gramática - fonemas; porém, captou um sentimento superior - O homem diante a natureza impoluta. Enquanto a humanidade constrói monstros  metálicos  & concretos - que se concretizam nos cotidianos da alienação. No Rio de Janeiro de Cartola era possível sonhar & Surfar nas existenciais possibilidades humanas.... 


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Sursis... Precisamos de algo mais complexo do que o silício... O vento divino nos enviava para caminhos sem volta...







Quanto tempo permaneci na cidade do LSD & do Whisky?... Flutuei direto nas possibilidades pesadas e ao mesmo tempo diáfanas... As flores ofereciam suas pétalas aos olhares distorcidos - em cores esdruxulas e gratificantes; que se propagavam em pacotes nas ondas (contínuas ou em Interregnos - Dúvida & Certeza). Dirigíamos carros como alucinados kamikazes em busca de emoções, quiçá, da própria morte. O vento divino nos enviava para caminhos sem volta, sem sentido. Quantas vezes atravessamos a ponte na contra-mão - & nos perguntavam: - Até aonde vocês pretendem chegar? .... Ficamos à merce de emboscadas policiais, mas tínhamos a expertise da chicana. No último suspiro da noite, acabávamos com nossos neurônios sob casuarinas, que nos ofereciam hambúrgueres da Califórnia. Porcos & Abacaxis. O Tao da Física de    Fritjof Capra -  nos ajudava a contaminar nossos corpos com utopias & epifania. Cada livro de Marx & Castaneda (A Yaqui Way of Knowledge)... Prometiam uma nova sociedade em cartase, um limpamento para uma nova humanidade....



Os ácidos corrompem as glândulas... Caminhamos nos bosques escuros e problemáticos. Sabemos que vamos morrer & toda esta baboseira de conceitos... Sursis... Precisamos de algo mais complexo do que o silício. As ondas são a natureza nas suas infinitas possibilidades... O carbono não tem a exclusividade da vida... No próprio silício existe a possibilidade. Não vejo diferença entre a cultura das зөгий (Anthophila) e no antropomorfismo Humano (pleonasmo necessário). Na verdade,  o que somos? Dobras de Gilles Deleuze a procura de um território de subjetivação. As utopias nos salvam da mesquinhez humana.... Logo , sem demora, estaremos incluído no processo do universo sem consciência...



domingo, 22 de janeiro de 2017

Jean Paul Sartre & O Pecado Original - “Condenados à Liberdade” - A Existência Precede a Essência







Amplitude e Solidão impregnados no corpo e na alma (darwiniana). Selvageria elétrica na abobada celeste. Observando as cargas e descargas. Zeus está furioso. Medeia fez chapinha nos seus cabelos rebeldes e indomáveis. Lord Byron tomava água gaseificada, comodamente, na sua preferida fauteuil, enquanto seus pensamentos toavam as lembranças de casos amorosos. Os aventureiros pulam muros, arriscam a existência ao se defenestrarem  das alcovas. The World is Wonderful. Carpe Diem... Panta Rei... Quiçá, toda a salvação se resuma na alienação & como capturar um segundo de eternidade dentro de uma botelha de álcool. 


Quem Provou da Cicuta Socrática sabe que nada sabe, ou seja, as afirmações lógicas, algoritmos, equações, gramáticas são óleos entre as engrenagens para a máquina ilusória humana continuar girando... A roleta  russa do existir está imbuída no existir... Jean Paul Sartre nos condenou a liberdade. O homem que aceita o destino imposto pela sociedade tem má fé. Essa afirmação é uma afronta as quatros forças fundamentais do universo (Força Gravitacional, a Força Electromagnética, a Força Nuclear Fraca e a Força Nuclear Forte). O filosofo do existencialismo não frequentou as aulas de física, tanto no  Liceu Henri IV, bem como, na Université Paris-Sorbonne. Sartre diz: "Não tive Complexo de Édipo, pois meu pai morreu antes dos meus treze anos... O expoente do existencialismo nunca compreenderá, Jean Paul Sartre, que sua vida burguesa é mais uma alienação & má fé sedentária da humanidade.....




sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Heitor Villa Lobos Sobre Cartola: "Está tudo errado, mas está tão bonito!”.









Estamos diante de algo incompreensível, mas que podemos sentir nas veias, nos neurônios, nos sonhos... A arte de compreender o mundo é a nossa conexão com a sociedade, o contrário, significa o offline de um mundo particular - que gera o solipsismo. Precisamos de falsidades com aparência de verdade para suportar o cotidiano; para enfrentar a imensidão infinita das teoria das cordas - das infinitas possibilidades da música. Impressão, martelar na matriz do pensar. Sinapses andarilhos em busca de um momento zen-verdade. Ouvi a reza da morte nas bocas flácidas dos monges. Emitiam pensamentos doutrinários. Sem riscos, apenas a violência sepulcral. Estou perdido no futuro presente e todas as consequências advindas das leis cientificas....



Seria muito fácil viver nas superfícies das religiões, das filosofias e das ciências. Fazer um croqui de uma transcendência que dê abrigo a um sentido inexistente  na existência. O conceito  humanidade é uma clara aposta dos universais em transformar o animal homem em um ser especial. Com efeito, o primeiro símio gerou um ser arrogante. Darwin sentiu na pele - durante sua viagem a bordo do Beagle - toda sordidez humana.  Em Galápagos observando os repteis entendeu a essência humana. Heitor Villa-Lobos sobre Cartola definiu - "Está tudo errado, mas está tão bonito!”. Muitas vezes a técnica é inferior a intuição da estética....




domingo, 18 de dezembro de 2016

Os fonemas na sua origem, etimologia aprofundada, são reflexos entre os sentidos e os objetos.






8:00 AM - Já estamos embriagados ouvindo Chet Baker... Em algum lugar oculto da existência na América do Sul. Como ratos ficamos invisíveis diante a luz solar... Bebop - Fragmentos da geração Beat. Buscamos a purificação em quartos escuros, existencialismo, na realidade, sacrificamos os corpos num pleonasmo alcoólico e literaturas em geral. Devorando demônios extremos. Pensamentos, darwinianos, percorrem a escuridão da extrema ermitage.  A amoralidade é o fluxo nos encanamentos humanos. A moralidade é a submissão diante a desigualdade. As palavras se sobrepõem ao conceito, precisamos de pacotes de uivos, que mostrem a realidade no fluxo do ser. Os fonemas na sua origem, etimologia aprofundada, são reflexos entre os sentidos e os objetos.




Ofereço a maior glândula aos abutres do cáucaso - Um Neo Prometeu. O restante aos crocodilos do nilo, que lacrimejam por கிளியோபாட்ரா. Pérolas aos porcos e tudo mais. Nas noites invernais e soturnas viramos pós quânticos. Carregamos a inundação de verdades incompletas e incertezas. As moléculas vibram - antes da energia se esgotar - dentro da matéria. No final estaremos perto do zero absoluto, esperando um novo big-bang. Emanuel Kant quando falou em Paz Eterna, queria dizer, a matéria sem energia, ou a lápide fria com seus epitáfios sem sentido. A morte total, ou seja, a perda da consciência - não passa de entrarmos no rio de Heráclito - sem o dom da palavra, a espera de uma nova configuração do universo. A alcoolemia gera logorreia, mas que gera algum certo sentido - num mundo pós moderno e relativo. Sempre estamos flutuando na mesma tabula rasa de Parmênides, num infinito oceano de incertezas, mas sempre em movimento. Daríamos o mais precioso tesouro em troca da mais pobre certeza. A antiga Grécia dos pré-socráticos é nosso berço, nosso leite, nossa posição fetal.





terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Zen-Evil - A filosofia ocidental tem o peso de cem atmosferas...




A filosofia ocidental tem o peso de cem atmosferas sobre o  ser. A religião mantém o homem separado da natureza, sem consciência que é o contrário no existir-humano, ou seja, o religioso pensa como estivesse morrido. Ele faz parte da natureza, mas não tem consciência, pois se acha um ser especial de um mundo etéreo-medieval. Sinto lágrimas de sangue. Em cada cruzada digital. Sempre vamos em frente. O ar pesado sobre as diferenças estancando a evolução. O que se expande alivia e o que condensa pressiona - matéria, pensamento. A destruição é sempre asséptica. O surgir é a harmonia de forças opostas, subpartículas, átomos, moléculas, etc... Tentando ser mais usual o homem procura soluções superficiais. O ser é a equação de forças contrárias e assimétricas ocultas.




O pior pesadelo é saber que o futuro foi anunciado pelo meu oráculo interior, que exala chumbo, carbono, enxofre e o fascismo humano - tempos difíceis virão... Vamos fluir por alguma anti-gravitacional freeway  - dentro do córtex, por eletricidade Zen-Evil... Que monstros se acordaram junto com nossa  ondas mentais? Os joelhos já sofreram todas formas de castigos medievais.... O mundo se abriu ao obscuro forçar, enquanto - Darwin nos ensinou a adaptar. O martelo da opressão vingou sobre as plumas poéticas da democracia. O malho na bigorna, os mariscos entre a rocha e o enfurecido oceano ocidental - A humanidade sofrerá outro pesadelo pós-Kafka?  A fulva besta que Nietzsche falava, morreu na Alemanha, renasceu na America...  Seremos baratas outra vez? A descoberta de Colombo está pútrida... O velho continente adoeceu na sua xenofobia secular & imanente...




sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O ser humano foi um erro de cálculo da primeira estrela de carbono & Crises Hepáticas



 Crises Hepáticas 





Estamos no círculo da morte inexpugnável. Apartados do mundo. Em profunda abstemia de excessos completos e complexos. Tudo pensamos, porém inerte ação. As portas do palácio da sabedoria se fechou aos códigos destrutivos da tecnologia. Conhecemos a canalhice do ser humano. A realidade se torna uma criatura perversa ao ser. Caminhamos incessantemente a todos taos, mas o caminho do último suspiro não nos é susceptível pela razão. Possuímos, adquirimos algo inexplicável - que nos leva a intuir a desconfiguração molecular humana. Sempre que saímos do pessimismo visceral e passamos a acreditar em algo, certamente, estamos fugindo de uma realidade que não podemos criticar.  A voz rasgada e metálica de Billie Holiday vai cortando a tarde-cotidiano. Sabemos o preço a pagar por essas inversões de realidade musicadas por pianos enfumaçados nas mais culpabilidades da alma humana....





Algum dia poderemos voltar no tempo, como a matemática sinaliza?.... Claro que não - baseados na realidade atual. Porém, os sonhos mais distantes se concretizaram num futuro distante. A configuração de  redes neurais é o passo do virtual ao real, mas os dois são apenas lados da mesma moeda surrada do antropomorfismo. Não teremos narrativas absolutas. A liberdade é escrava do pré-determinado. O ser humano foi um erro de cálculo da primeira estrela de carbono. DNA, GMO estamos a deriva fora do desvio padrão. Vamos morrer numa tarde mormacenta  no fim da America do Sul - ouvindo New Order e vendo o gelo derreter nas súbitas mudanças climáticas... Não gosto de algodões nas narinas, prefiro a cremação como os heróis de Homero - numa alvorada rósea pintada pelos dedos poéticos da aurora...