sábado, 15 de abril de 2017

"De omnibus dubitandum est" - Inclusive da Dúvida... Como morreremos?






Como morreremos? Em alguma catástrofe vinda do espaço - como um imenso asteroide se chocando contra o planeta?

Como animais irracionais, tendo seus corpos arrastados por dilúvios atômicos.  Perdi o tempo do pensamento & nada mais é importante.... Os teóricos do empirismo & adjacentes, dirão: - Que a duvida se tornou realidade... 

Caminhamos em direção a morte inexorável sob a égide da filosofia do pó e da terra & de forças que não dominamos... No outono as folhas caem amarelas, na primavera as flores abrem suas casas para os insetos - que proliferam sua genética  e desmaiam com aproximação do verão - que colherá todos os frutos. No inverno é tempo de recordar... Com fim das estações, não teremos tempo-espaço, apenas o nada. As lareiras advindas da mitologia greco-romana se acenderam com madeiras nobres e aromáticas, mas falsas - preferimos a República de Platão . Estamos perdidos nos acasos pré-determinados das forças do universo. O nada será o tudo no joguete dos dados que  Albert Einstein não reconheceu nas Las Vegas quânticas...  Estamos todos perdidos no acaso pré-determinado... Os humanos na sua arrogância acreditam que dominam o fluxo de Heráclito... Porém, Parmênides  contestou: - Nada se move... Tudo é nada. Nada é tudo... 

ABCA→BB→CA→C

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O Pensamento morreu ou se materializou na revolução industrial. Lágrimas de São Bartolomeu escorreram pelos canais do livre-mercado... O sangue manchado de Óleo & Vapor - Escravizaram  e sugaram as energias de crianças, mulheres & homens bêbados no otimismo de John Stuart Mill:

- 1806-1873 “As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade.” - John Stuart Mill...



Depois falam que a esquerda é utópica... Na verdade, a direita que se sentava, inversamente, a esquerda na pré revolução francesa, não aceitava a mobilidade social, apenas queria se empanturrar de brioches açucarados-de-crocância-elitistas, sem perder a cabeça - como aconteceu  com Maria Antonieta... Sem falar que felicidade é uma invenção da burguesia para alienar e expandir o consumo do deus-mercado... "Porém", temos a morte do coletivo pelo individualismo. O neoliberalismo é uma ideologia da morte... A Fulva besta que Nietzsche falava, morreu em Berlin e renasceu na America dos Republicanos... Fênix (pleonasmo) ressuscitou a ideia da destruição total... 











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