domingo, 22 de janeiro de 2017

Jean Paul Sartre & O Pecado Original - “Condenados à Liberdade” - A Existência Precede a Essência







Amplitude e Solidão impregnados no corpo e na alma (darwiniana). Selvageria elétrica na abobada celeste. Observando as cargas e descargas. Zeus está furioso. Medeia fez chapinha nos seus cabelos rebeldes e indomáveis. Lord Byron tomava água gaseificada, comodamente, na sua preferida fauteuil, enquanto seus pensamentos toavam as lembranças de casos amorosos. Os aventureiros pulam muros, arriscam a existência ao se defenestrarem  das alcovas. The World is Wonderful. Carpe Diem... Panta Rei... Quiçá, toda a salvação se resuma na alienação & como capturar um segundo de eternidade dentro de uma botelha de álcool. 


Quem Provou da Cicuta Socrática sabe que nada sabe, ou seja, as afirmações lógicas, algoritmos, equações, gramáticas são óleos entre as engrenagens para a máquina ilusória humana continuar girando... A roleta  russa do existir está imbuída no existir... Jean Paul Sartre nos condenou a liberdade. O homem que aceita o destino imposto pela sociedade tem má fé. Essa afirmação é uma afronta as quatros forças fundamentais do universo (Força Gravitacional, a Força Electromagnética, a Força Nuclear Fraca e a Força Nuclear Forte). O filosofo do existencialismo não frequentou as aulas de física, tanto no  Liceu Henri IV, bem como, na Université Paris-Sorbonne. Sartre diz: "Não tive Complexo de Édipo, pois meu pai morreu antes dos meus treze anos... O expoente do existencialismo nunca compreenderá, Jean Paul Sartre, que sua vida burguesa é mais uma alienação & má fé sedentária da humanidade.....




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